A Venezuela iniciou nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, a libertação de um número significativo de presos políticos, em uma medida anunciada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, como um gesto para “buscar a paz” e a unidade nacional. Organizações de direitos humanos, como o Foro Penal, estimam que entre 800 e 900 detidos devem ser soltos, incluindo cidadãos venezuelanos e estrangeiros. A decisão foi confirmada por veículos internacionais como Reuters, AP, CNN, NBC e Washington Post, que relataram o início imediato das liberações em centros de detenção do país.
Entre os nomes confirmados estão a ativista Rocío San Miguel, presa desde fevereiro de 2024, o defensor de direitos humanos Javier Tarazona, detido desde 2021, além de ex-comissários da Polícia Metropolitana. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram momentos de reencontro entre presos e familiares, especialmente nas imediações do El Helicoide, em Caracas, compatíveis com os relatos da imprensa internacional. Cinco cidadãos espanhóis já foram libertados e seguem a caminho da Espanha, reforçando a dimensão internacional da medida, que ocorre em meio a pressões externas e tentativas do regime venezuelano de sinalizar abertura política

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