A Venezuela anunciou a libertação de 116 presos políticos. A medida ocorre em meio a um processo de solturas que acontece sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se declarou “no comando” do país sul-americano após a captura de Nicolás Maduro.
De acordo com um comunicado do Ministério do Serviço Penitenciário, as libertações beneficiam indivíduos detidos por “atos associados a perturbar a ordem constitucional e atentar contra a estabilidade da nação”. Famílias dos detentos aguardam em frente às prisões por novas solturas.
Organizações não governamentais e a oposição, contudo, apontam um número inferior de libertações. A ONG Foro Penal registrou 24 solturas, incluindo dois cidadãos italianos. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, confirmou que os compatriotas estão seguros na embaixada em Caracas.
Enquanto o processo avança, um policial preso sob acusação de traição à pátria morreu sob custódia do Estado. Grupos de direitos humanos estimam que existam entre 800 e 1.200 pessoas presas por motivações políticas na Venezuela.


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