Senador Esperidião Amin propõe perdão total das penas dos condenados pelo 8 de janeiro

Estimated read time 2 min read

O senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do Projeto de Lei da Dosimetria, vetado nesta quinta-feira (8/1) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apresentou um novo projeto que propõe o perdão total das penas aplicadas aos condenados pela trama golpista.

A proposta diz que “ficam anistiados os indivíduos processados ou condenados pelo Supremo Tribunal Federal por fatos relacionados aos eventos do dia 8 de janeiro de 2023, desde que as condutas possuam motivação política ou eleitoral, ainda que praticadas por meio de apoio material, logístico, financeiro, prestação de serviços, manifestações públicas, publicações em meios de comunicação social, plataformas digitais ou mídias sociais”.

Ao Metrópoles Amin afirmou que “não concorda” que a redução de penas fosse a “solução”. O senador acrescentou que defende a nulidade do inquérito que levou a condenações como a de 27 anos e 3 meses do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, um dos equívocos é o fato de o ministro Alexandre de Moraes, do STF, alvo de um plano de assassinato relacionado à trama, ser o relator do caso.

“Se o processo é nulo, as penas não existem. A anistia é uma decisão do Congresso, assegurada pela Constituinte”, declarou o parlamentar.

Ainda não há previsão de quando o texto será analisado. Amin disse que, por ter protocolado a proposta nesta quinta-feira, ainda não houve tempo de conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), responsável por despachar o texto às comissões.

 

 

 

 

 

Relacionadas

O presidente Lula informou que manteve uma conversa telefônica com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, na tarde desta quinta-feira (08), para tratar da situação na Venezuela. Segundo Lula, os dois líderes manifestaram preocupação com o uso da força contra um país sul-americano, apontando que ações desse tipo violam o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana, além de representarem um risco à paz e à segurança na região.  De acordo com Lula, houve consenso de que a crise venezuelana deve ser solucionada exclusivamente por meios pacíficos, com base no diálogo, na negociação e no respeito à vontade do povo. Lula e Petro também destacaram, de forma positiva, o anúncio feito pela Assembleia Nacional da Venezuela sobre a liberação de presos nacionais e estrangeiros.  Lula informou que o Brasil enviará 40 toneladas de insumos e medicamentos à Venezuela, a pedido do governo local. O material faz parte de um total de 300 toneladas já arrecadadas e será destinado ao reabastecimento de produtos que estavam armazenados em um centro atingido por bombardeios no início de janeiro. Brasil e Colômbia reafirmaram a intenção de manter a cooperação em favor da paz e da estabilidade na Venezuela.

O presidente Lula informou que manteve uma conversa telefônica com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, na tarde desta quinta-feira (08), para tratar da situação na Venezuela. Segundo Lula, os dois líderes manifestaram preocupação com o uso da força contra um país sul-americano, apontando que ações desse tipo violam o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana, além de representarem um risco à paz e à segurança na região. De acordo com Lula, houve consenso de que a crise venezuelana deve ser solucionada exclusivamente por meios pacíficos, com base no diálogo, na negociação e no respeito à vontade do povo. Lula e Petro também destacaram, de forma positiva, o anúncio feito pela Assembleia Nacional da Venezuela sobre a liberação de presos nacionais e estrangeiros. Lula informou que o Brasil enviará 40 toneladas de insumos e medicamentos à Venezuela, a pedido do governo local. O material faz parte de um total de 300 toneladas já arrecadadas e será destinado ao reabastecimento de produtos que estavam armazenados em um centro atingido por bombardeios no início de janeiro. Brasil e Colômbia reafirmaram a intenção de manter a cooperação em favor da paz e da estabilidade na Venezuela.

Da Redação

+ There are no comments

Add yours

Deixe uma resposta