A oposição afirma já ter reunido as assinaturas mínimas para instalar a CPMI do Banco Master, com apoio acima do piso exigido para uma comissão mista. Ainda assim, um ponto virou munição política nos bastidores: até o momento, nenhum parlamentar do PT assinou o pedido, mesmo em um caso que ganhou repercussão nacional por envolver suspeitas graves e conexões em Brasília.
Nos bastidores, o foco mais sensível da investigação mira o entorno do ministro Alexandre de Moraes. Reportagens apontaram que o Banco Master teria firmado um contrato de até R$ 129 milhões com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, com pagamentos mensais citados na imprensa. O tema chegou à PGR, que arquivou pedidos de apuração sobre o caso, aumentando a pressão política por uma investigação no Congresso.
Para a oposição, a ausência do PT no requerimento reforça a ideia de blindagem seletiva: o discurso de transparência aparece, mas a assinatura some quando a apuração encosta no topo do poder.

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