hanseníase no Brasil ainda é um grave problema de saúde pública, com alta carga endêmica em regiões com populações indígenas, particularmente no Maranhão. O combate à doença nesse contexto exige estratégias de atenção diferenciadas, respeitando a cultura, o território e a organização social de cada povo.
Hoje no município de Amarante com a tribo guajarara foi um momento de conhecimento sobre uma patologia que acomete o Maranhão.
O Maranhão está em 2° lugar em maior incidência em Hanseníase ficando no topo da cadeia de transmissão Mato grosso que está em 1° lugar .
A Coordenadora Thalia Moreira afirma que é um processo contínuo, pois hanseníase tem que ser tratada com profissionais que conhecem a doença e é de importância habilidade no conhecimento.
Israel Sodrer, especialista em saúde pública, afirma que janeiro roxo é de janeiro a janeiro e precisa urgentemente de combate à doença com monitoramento, avaliação, e tratamento e buscativa ativa .
Os indígenas se envolvem desde do atendimento e do conhecimento adquirido.


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