
A China executou nesta terça-feira (9) Bai Tianhui, ex-diretor-geral da China Huarong International Holdings, após sua condenação por receber mais de 156 milhões de dólares em propinas para favorecer negócios da empresa entre 2014 e 2018. A informação foi confirmada pela TV estatal CCTV.
Bai havia recorrido da decisão, mas o tribunal superior de Tianjin manteve a sentença, classificando os crimes como de impacto “especialmente grave” e prejudiciais ao Estado. O caso integra a ampla campanha anticorrupção promovida pelo governo de Xi Jinping, que vem atingindo altos cargos do setor financeiro.
A execução ocorreu após a última visita de familiares, sem detalhes divulgados sobre o método utilizado. O episódio reforça o rigor das autoridades chinesas no combate à corrupção envolvendo grandes empresas e autoridades de alto escalão.


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