O presidente-executivo da Heineken, Dolf van den Brink, anunciou nesta segunda-feira (12) sua renúncia ao cargo, após seis anos à frente da cervejaria holandesa. A saída ocorre de forma inesperada e poucos meses depois de o executivo apresentar uma nova estratégia para a empresa, em um momento em que o setor enfrenta dificuldades para impulsionar o consumo de cerveja.
Van den Brink assumiu o comando da segunda maior fabricante de cerveja do mundo em junho de 2020, durante a pandemia da Covid-19, e liderou a companhia em um período marcado por forte inflação de custos e queda nas vendas, fatores que pressionaram as margens e o desempenho das ações.
Em comunicado, o conselho da Heineken informou que iniciará a busca por um sucessor para comandar o grupo, que também detém marcas como Tiger e Amstel. O executivo deixará oficialmente o cargo em 31 de maio e permanecerá como consultor da empresa por oito meses a partir de junho.


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