O delegado Renan Balbino, à frente das investigações sobre as agressões contra os cães Orelha e Caramelo em Florianópolis, trouxe atualizações importantes sobre o andamento dos inquéritos. Em relação ao caso do cão Orelha, a autoridade confirmou que a ausência de registros visuais do momento do ataque obriga a polícia a investigar todos os adolescentes que circulavam pela região no período. Um dos jovens que figurava como suspeito principal teve sua participação descartada após comprovar que não estava no local, passando agora à condição de testemunha no processo que busca identificar os verdadeiros responsáveis.
No que diz respeito ao cão Caramelo, a polícia já dispõe de imagens que mostram quatro jovens interagindo com o animal e correndo com ele pela praia, o que auxilia na delimitação das responsabilidades. O delegado aproveitou para desmentir rumores que circulavam nas redes sociais, afirmando categoricamente que não existe nenhum indício de ligação entre os crimes e grupos da plataforma Discord. As apurações prosseguem com o objetivo de punir os culpados, enquanto as autoridades trabalham na análise técnica de todos os elementos coletados até o momento para encerrar os casos.


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