Caso Banco Master e influenciadores reacende debate sobre regulação das redes

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A recente controvérsia envolvendo influenciadores supostamente pagos pelo Banco Master para se pronunciar sobre o polêmico caso que gerou tensão entre os poderes pode se tornar um catalisador para a tão desejada regulação das redes sociais, uma bandeira defendida pelo governo Lula.

Embora a prática em si não constitua crime, a Polícia Federal decidiu investigar e está em período de apuração.

A denúncia, originada de influenciadores alinhados à direita, e bem intencionados, surgiu, sem querer, como uma “luva” para os políticos de esquerda, que veem oportunidade para unirem forças com a oposição em torno da regulação das redes, argumentando que a falta de controle pode levar à desinformação. A movimentação já ocorre nos bastidores.

João Brant, Secretário de Políticas Digitais da Presidência, comentou recentemente em entrevista sobre a importância de uma abordagem equilibrada para a regulação.

Ele ressaltou que o governo está finalizando sua posição sobre o tema, buscando conciliar três aspectos fundamentais: a responsabilidade civil das plataformas, a necessidade de prevenir a disseminação de conteúdos ilegais e prejudiciais, e a mitigação dos riscos sistêmicos associados às suas atividades.

Esse momento pode ser visto como um “xeque-mate” para a regulação das redes sociais, permitindo que o governo reforce a sua posição e tenha maior domínio sobre as plataformas. 

 

 

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Da Redação

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