
Ismael Lopes, agredido durante a vigília em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no sábado (22.nov.2025), faz parte da Frente Evangélica pelo Estado de Direito — o mesmo movimento religioso do qual a primeira-dama Janja da Silva participa.
A frente atua na defesa de direitos, no combate a violações e na proteção do Estado democrático de direito.
Após as agressões, Ismael afirmou que foi ao local “para tentar fazer uma fala baseada na palavra de Deus”, com o objetivo de denunciar, segundo ele, “a instrumentalização da fé cristã para defender quem atentou contra a nação”.
O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre intolerância política e uso da religião em confrontos ideológicos.


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