O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que cumpriu a decisão judicial referente às denúncias sobre a atuação médica no atendimento prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o CFM, após receber mais de 40 denúncias, seguiu o procedimento previsto em lei, sem emitir juízo de valor antecipado sobre os fatos. Algumas dessas denúncias foram suspensas por determinação do STF, e a sindicância realizada é apenas um processo de apuração institucional, sem intenção de interferir nas atribuições da Polícia Federal.
O posicionamento do Conselho ocorre após o ministro Moraes declarar a nulidade da decisão do CFM de instaurar sindicância para investigar o atendimento médico a Bolsonaro. Além disso, Moraes determinou que a Polícia Federal colha o depoimento do presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, em até 10 dias.


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