André Mendonça concede prisão domiciliar a investigado da farra no INSS por motivos de saúde

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça concedeu prisão domiciliar ao suposto diretor financeiro da chamada Farra no INSS Sílvio Roberto Machado Feitosa, alvo da Polícia Federal (PF). A fraude que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi revelada pelo Metrópoles.

O investigado estava em prisão preventiva desde dezembro do ano passado. Relator dos processos relacionados à farra no INSS, Mendonça decidiu converter a prisão preventiva em domiciliar, citando razões humanitárias após o agravamento súbito do estado de saúde do investigado.

Sílvio sofreu angina instável, com obstrução de cerca de 90% das artérias coronárias, e foi submetido a angioplastia com implante de stent, tendo sido internado em estado considerado grave e com risco de morte.

Para Mendonça, a manutenção da custódia em unidade prisional, diante desse cenário, tornou-se desproporcional, ainda que os fundamentos da prisão preventiva sigam presentes.

De acordo com as investigações da PF, Sílvio exercia papel no núcleo financeiro da farra no INSS e atuava no fechamento de negócios e na gestão de contas, além de exercer funções de diretor financeiro e participar de ocultação patrimonial.

Durante a operação em dezembro, conforme mostrou o Metrópoles, na coluna de Mirelle Pinheiro, foram apreendidos armas, dinheiro, carros de luxo, relógios importados, joias e outros bens de alto valor, adquiridos, segundo as investigações, com recursos desviados do esquema.

Entre os itens recolhidos estão veículos de marcas premium, como Volvo, além de relógios estrangeiros. As apreensões ocorreram em diferentes estados e no Distrito Federal. Um dos endereços alvos da operação foi o do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

 

 

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Da Redação

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