O advogado Jeffrey Chiquini protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, que é conhecido como Lulinha por ser filho do presidente Lula da Silva. O requerimento foi distribuído ao ministro André Mendonça.
Chiquini citou risco de fuga, dizendo que a saída do país em meio a uma investigação avançada configuraria “risco concreto à aplicação da lei penal”.
Ele sustentou a existência de indícios do envolvimento de Lulinha no esquema de fraudes relacionadas aos descontos associativos indevidos em benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cuja investigação pela Polícia Federal e amplamente conhecida.
Segundo o requerimento, Lulinha teria sido citado por testemunhas no curso das investigações e mencionado em “elementos informativos colhidos pela PF”. A petição afirmou que a própria PF comunicou ao STF que apura a específica participação do filho do presidente nas supostas irregularidades, apontando indícios de envolvimento direto nas condutas investigadas.


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