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Pesquisa aponta que atuais senadores do Maranhão ficarão sem mandato

person Por Da Redação
schedule 10/03/2026 às 10:50
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A pesquisa mais recente do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta terça-feira (10 de março de 2026), aponta um cenário preocupante para os atuais senadores do Maranhão na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026.
O levantamento, realizado entre 5 e 8 de março com 1.300 eleitores em 52 municípios do estado (margem de erro de 2,8 pontos percentuais), simulou intenções de voto em que cada entrevistado pôde citar até dois nomes.
Os resultados indicam que os atuais ocupantes das cadeiras — Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PSD) — aparecem atrás de nomes que não estão no mandato atual, o que pode sinalizar risco de perda das vagas.1º cenário estimulado (com Carlos Brandão como candidato):
  • Carlos Brandão (sem partido atualmente): 34,6%
  • Roberto Rocha: 27,8%
  • Weverton Rocha (PDT): 20,5%
  • André Fufuca (PP): 19,2%
  • Eliziane Gama (PSD): 16,8%
  • Pedro Lucas Fernandes (União Brasil): 10,1%
  • Dr. Yglésio (PRTB): 10,0%
  • Mical Damasceno (PSD): 5,2%
  • Hilton Gonçalo (Mobiliza): 4,8%
  • César Pires (Novo): 4,7%
  • Não sabe/Não opinou: 6,1%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 9,5%

 

 

 

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Nesse quadro, o governador Carlos Brandão (que já manifestou intenção de não disputar) lidera com folga, seguido pelo ex-senador Roberto Rocha.
Os atuais senadores Weverton e Eliziane aparecem em posições mais baixas (3º e 5º lugares), o que sugere que, se o pleito fosse hoje, as duas vagas tenderiam a ir para nomes de fora do mandato atual — como Brandão e Roberto Rocha.
Um segundo cenário testado (sem Carlos Brandão na disputa e com a inclusão da ex-governadora Roseana Sarney (MDB)) mostra Roberto Rocha na frente com 29,2%, seguido por Roseana (24,4%), Weverton (21,7%) e André Fufuca (20,5%), reforçando a competitividade de nomes externos.
A boa avaliação do governo Carlos Brandão (63,79% de aprovação no mesmo levantamento) parece impulsionar sua projeção para o Senado, enquanto os atuais senadores enfrentam um cenário fragmentado e com rejeição ou menor recall em comparação com ex-parlamentares e figuras do Executivo.
A disputa segue aberta, com alta taxa de indecisos e brancos/nulos em algumas sondagens anteriores, mas o levantamento reforça que os atuais senadores podem ficar sem mandato em 2027 caso o quadro se mantenha.

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