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Cenário sem Braide: Orleans Brandão venceria Lahesio Bonfim com folga em eventual segundo turno, aponta pesquisa

person Por Da Redação
schedule 10/03/2026 às 10:23
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Em um hipotético segundo turno sem a presença do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), o atual cenário eleitoral para o governo do Maranhão em 2026 aponta vantagem clara para Orleans Brandão (MDB).
De acordo com levantamento recente, Brandão lideraria com 47,1% das intenções de voto contra 36,8% de Lahesio Bonfim (Novo).Os números fazem parte de simulação de segundo turno divulgada em pesquisa eleitoral (aparentemente da série Paraná Pesquisas, realizada no início de março de 2026). Nesse cenário específico — intitulado “Cenário 3: eventual 2° turno sem Eduardo Braide” —, a disputa ficaria assim:
  • Orleans Brandão (MDB): 47,1% das intenções de voto
  • Lahesio Bonfim (Novo): 36,8%
  • Não sabe/não opinou: 6,3%
  • Nenhum/branco/nulo: 9,8%

 

 

A vantagem de mais de 10 pontos percentuais para Brandão reflete uma polarização favorável ao nome ligado ao atual governo estadual, em uma configuração onde o principal concorrente de primeiro turno (Braide) estaria fora da disputa.
Esse quadro sugere que, sem a força do prefeito da capital, o MDB conseguiria consolidar eleitores e conquistar uma margem confortável na reta final.Vale destacar que esse é um cenário estimulado e hipotético, sem a presença de Braide — que, em pesquisas recentes do mesmo instituto, aparece liderando numericamente o primeiro turno com 34,6%, seguido por Orleans Brandão (30,3%), Lahesio Bonfim (16,1%) e Felipe Camarão (PT, 6,9%).
Em confrontos diretos reais simulados, Braide também leva vantagem sobre Brandão (47,3% a 39,1%).A pesquisa ouviu eleitores em diversos municípios do Maranhão, com margem de erro típica de institutos desse porte (geralmente em torno de 2,5% a 3%).
Os números indicam um quadro em que a ausência de um dos favoritos pode beneficiar significativamente o nome governista na disputa pelo Palácio dos Leões em 2026.
A corrida segue aberta, e fatores como alianças, desempenho das campanhas e eventos políticos nos próximos meses podem alterar significativamente esses cenários.
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