Jovem considerado morto aparece vivo meses depois da família receber cinzas, nos EUA
A primeira indicação que Tyler Chase teve de que ele poderia estar morto ocorreu em uma loja de conveniência. Ele tinha cupons de alimentos, mas seu cartão de benefícios não funcionou. O próximo sinal foi quando ele entrou em contato com autoridades do estado do Oregon, que lhe disseram que um atestado de óbito tinha sido registrado em seu nome.
Então, semanas depois, ocorreu o desenvolvimento mais perturbador: uma urna com cinzas havia sido enviada para sua família e estava guardada no armário de seu primo. Na realidade, ele estava vivo.
A vida de Chase percorreu anos de uso de drogas, como sem-teto, laços familiares rompidos e uma burocracia que documentou sua morte sem suas impressões digitais ou a presença de qualquer parente imediato quando o corpo que se acreditava ser o dele foi cremado.
Ele começou a usar metanfetaminas quando adolescente, e após a morte de sua mãe em 2020, mergulhou em um período sombrio de vício e crimes. Em janeiro de 2023, ele foi preso por várias acusações, incluindo invasão e posse de drogas.
— Minha vida estava uma bagunça —, disse Chase, 22 anos, em uma entrevista telefônica recente.

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