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CNN Brasil demite 90% de sua equipe no RJ

person Por Da Redação
schedule 12/08/2022 às 01:00
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A CNN Brasil demitiu nesta quinta-feira, 11, 90% da equipe do escritório do Rio de Janeiro, segundo informou o portal Notícias da TV, do UOL. As demissões ocorreram por “cortes de custo e desinvestimento na cobertura no Rio”.

Todos os repórteres foram demitidos, assim como produtores, assistentes, secretários, entre outros funcionários da capital fluminense. Comentaristas, contudo, foram poupados.

Segundo o site, a ordem para as demissões foi de Renata Affonso, CEO da CNN Brasil. Em ano eleitoral, informou o portal, a emissora quer economizar custos de sua produção e analisa a contratação de jornalistas freelancers, que custam menos, para atender o canal durante a cobertura das eleições.

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Cortes não são recentes

Ao longo deste ano, a CNN já demitiu parte de sua equipe em São Paulo. Em julho, a empresa mandou embora pelo menos quatro profissionais nas áreas de edição, reportagem e mídias digitais.

No mesmo mês, a audiência do canal fechou com 0,14 ponto no Painel Nacional de Televisão (PNT), o que lhe rendeu o terceiro lugar entre os canais da TV paga. A Jovem Pan News, que tem custo mais baixo, marcou 0,16 ponto. A GloboNews liderou com 0,47 ponto, informou o PNT.

 

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O Banco Central colocou sob sigilo os registros das comunicações entre autoridades do órgão e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito do processo de liquidação do Banco Master. A coluna Andreza Matais pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), todos os registros de reuniões e comunicações que digam respeito ao caso do Banco Master. O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido. O ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master. Segundo revelado pela imprensa, os dois teriam conversado ao menos seis vezes sobre o assunto. Ambos negam. O Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, por R$ 129 milhões. À época, Galípolo afirmou que todas as tratativas dele a respeito do Banco Master foram registradas pelo Banco Central. “Documentamos tudo. Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”, disse ele. Na resposta ao pedido de LAI da coluna, o Banco Central alegou que todas as informações sobre o caso Master envolvem dados patrimoniais e pessoais, protegidos por sigilo, e que, por isso, não poderia fornecer qualquer informação sobre o assunto. “Nos processos em que o Banco Central examina operações de transferência de controle, há, entre outros, dados de operações financeiras, protegidos por sigilo bancário; informações pessoais protegidas pelo direito à intimidade e à privacidade; dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos pelo sigilo empresarial”, diz a resposta da instituição.