00:00:00 | cloud --°C
Assine |
person Entrar
Imaranhão
Publicidade
Publicidade

Apresentadora entra em lista e é demitida da Globo após 34 anos

person Por Da Redação
schedule 06/04/2023 às 19:25
visibility 32 Visualizações

Globo segue promovendo demissões na sua equipe de jornalismo e surpreendeu com mais uma dispensa. Giuliana Morrone foi desligada da emissora após 34 anos de contrato.

Nas últimas décadas, a jornalista se tornou uma das principais âncoras de telejornais do canal e vinha fazendo parte dos plantonistas do Jornal Nacional.

Em seu perfil do Instagram, a própria âncora se pronunciou sobre a saída da Globo. Ela afirmou que estava celebrando e agradecendo tudo o que viveu nos últimos anos. A veterana ainda comentou que a sua vida nunca foi feita de ciclos, mas de “saltos, mergulhos, curvas e retas”.

Publicidade
Publicidade

No texto, Giuliana lembrou que o seu amor pelo jornalismo começou aos 14 anos e que, na época, conseguiu “um furo”, uma entrevista com a poetisa Cora Coralina. Ela ainda recordou de importantes entrevistas que fez com Sophia Loren e Barack Obama.

“A vida, para mim, é feita de paixão. Sempre tive paixão pelo jornalismo e por onde eu exerci até agora a minha profissão. Minha outra paixão e força é pela verdade. Sempre“, declarou.

Por fim, Giuliana Morrone comentou que as pessoas podem esperar dela novos desafios, aprendizados, experiências e buscas por respostas.

Apresentadora é um dos vários nomes demitidos da Globo

Desde a última segunda-feira (3), a emissora carioca tem promovido uma série de desligamentos de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. O canal tem afirmado que está fazendo uma reformulação e “disciplina de custos”.

Além de Giuliana, nomes como Fábio Turci, César Galvão, Fábio Willian, entre outros, foram demitidos nos últimos dias.

Compartilhe:

Notícias Relacionadas

Giro

O Banco Central colocou sob sigilo os registros das comunicações entre autoridades do órgão e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito do processo de liquidação do Banco Master. A coluna Andreza Matais pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), todos os registros de reuniões e comunicações que digam respeito ao caso do Banco Master. O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido. O ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master. Segundo revelado pela imprensa, os dois teriam conversado ao menos seis vezes sobre o assunto. Ambos negam. O Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, por R$ 129 milhões. À época, Galípolo afirmou que todas as tratativas dele a respeito do Banco Master foram registradas pelo Banco Central. “Documentamos tudo. Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”, disse ele. Na resposta ao pedido de LAI da coluna, o Banco Central alegou que todas as informações sobre o caso Master envolvem dados patrimoniais e pessoais, protegidos por sigilo, e que, por isso, não poderia fornecer qualquer informação sobre o assunto. “Nos processos em que o Banco Central examina operações de transferência de controle, há, entre outros, dados de operações financeiras, protegidos por sigilo bancário; informações pessoais protegidas pelo direito à intimidade e à privacidade; dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos pelo sigilo empresarial”, diz a resposta da instituição.