Lista vazada levanta suspeita de funcionários fantasmas na Educação de Humberto de Campos
Uma denúncia grave ganhou repercussão em Humberto de Campos. Uma lista que teria vazado aponta a existência de supostos funcionários fantasmas vinculados à Secretaria Municipal de Educação.
De acordo com a denúncia, os nomes listados estariam lotados em cargos administrativos, com carga horária de 40 horas semanais, mas não estariam exercendo as funções correspondentes.
Entre os nomes citados estão João Alfredo Carneiro Rodrigues, com salário de R$ 1.669,80; Israel Félix de Sousa Júnior, que recebe R$ 1.518,00; e Manuel Coutinho dos Santos, também com salário de R$ 1.518,00.
A lista ainda menciona Firmino Costa Santos, com vencimentos de R$ 4.374,35, e Maria Deuzimar Santos e Santos, lotada na Escola Luís Barbosa Frazão, com salário de R$ 2.613,85. Segundo a denúncia, alguns desses nomes seriam do Povoado Cedro, incluindo um casal citado no material.
Ainda conforme as informações repassadas, João Alfredo Carneiro Rodrigues estaria aposentado e residindo em São Luís. Já Israel Félix de Sousa Júnior moraria no estado de Goiás. No caso de Manuel Coutinho dos Santos, a denúncia afirma que ele não saberia ler nem escrever, o que levanta questionamentos sobre sua atuação no cargo.
Em sua defesa, a filha de Manoel Coutinho entrou em contato para esclarecer os fatos relacionados à denúncia que circula sobre supostos “funcionários fantasmas” na Secretaria Municipal de Educação. Ela afirma:
“Meu pai é um homem trabalhador, nunca dependeu da Prefeitura, e sabe ler e escrever. Ele alugou um transporte, uma biana, para a Prefeitura, que faz a linha do Povoado Cedro para a Ilha Grande, transportando a equipe de saúde. Se a Prefeitura colocou o nome do meu pai, Manoel Coutinho, em outro departamento, ele não tem culpa. Estão expondo meu pai de forma cruel. Quem passou essas informações, passou de forma equivocada. Aqui no Cedro todos sabem do serviço que ele presta. Peço que não façam isso com ele.”
A filha de Manoel Coutinho destacou que, apesar de ter cursado apenas até a 4ª série, seu pai realiza suas atividades com esforço, enfrentando limitações de vista e idade, mas cumpre suas responsabilidades de forma honesta. O transporte alugado por ele é conhecido e utilizado pela comunidade, que confirma o serviço prestado.

Porém, denuncias dão conta que o barco em questão é do irmão dele. e algo mais estranho é fato dele está com nome da folha da educação e servir a secretaria de Saúde.
Outros nomes também são citados, como Gilson Luiz Rodrigues Bruzaca, que receberia R$ 1.518,00 e moraria em São Luís, e Gracilete Meneses Rosa, com salário de aproximadamente R$ 4.400, que, segundo a denúncia, atuaria em atividade privada.
caso levanta suspeitas sobre o uso de recursos públicos da educação e gera indignação entre moradores do município.
📌 O espaço segue aberto para que a Secretaria Municipal de Educação e os citados possam se manifestar. O caso deve ser encaminhado aos órgãos de fiscalização para apuração.
Seguimos acompanhando.
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