Pinto da Itamaraty diz que marca do grupo ‘não está à venda’ após negociação de radiola
“Para levar o nome da Itamaraty, seria R$ 25 milhões — e eu não quero”, destacou Pinto da Itamaraty após a venda de uma das radiolas do grupo por R$ 1 milhão. A declaração forte e direta movimentou os bastidores do reggae maranhense e estabeleceu uma fronteira clara entre o valor comercial do maquinário e o peso imaterial de uma das maiores marcas da cultura popular do estado.
Com a negociação da estrutura de som confirmada, a fala do idealizador do grupo repercutiu rapidamente entre DJs, colecionadores e a massa regueira. Para Pinto, equipamentos de áudio, caixas e amplificadores têm preço de mercado, mas a assinatura da “Pedra de Responsabilidade” é inegociável.
A força do mercado e o valor do legado A transação de R$ 1 milhão por uma das radiolas da equipe demonstra a grandiosidade e a força econômica do movimento do reggae no Maranhão, um setor que movimenta eventos, logística, tecnologia de áudio e atrai investimentos expressivos.
Por outro lado, ao fixar simbolicamente a marca em R$ 25 milhões para deixar claro que ela não está à venda, Pinto da Itamaraty reafirma o valor da história construída ao longo de décadas nas festas da capital e do interior.
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