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Britto Júnior critica “falta de héteros no mercado” e é atacado no Twitter

person Por Da Redação
schedule 24/07/2019 às 12:26
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O jornalista e apresentador Britto Júnior, conhecido por seus trabalhos em programas como o matinal “Hoje em Dia” e o reality show“A Fazenda”, foi alvo de ataques por internautas do Twitter, após publicar declarações consideradas homofóbicas e machistas pelo público.

Em uma de suas publicações, Brito cita Luani Piovani e comenta o fato da atriz e também apresentadora ter se separado. “A bela Luana Piovani que me perdoe, mas ela está precisando de um homem de verdade em sua vida. Eu sei que está cada vez mais difícil, com tantos caras virando maricas. É direito deles, mas mulheres maravilhosas acabam ficando sem parceiros, por falta de héteros no mercado”, diz um dos tweets do jornalista.

Com a publicação, Britto Júnior recebeu diversos comentários negativos a respeito de sua declaração. Britto rebateu os comentários dos internautas e afirmou que “LGBTs não aceitam homens que gostam de mulher”, escreveu.

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O Banco Central colocou sob sigilo os registros das comunicações entre autoridades do órgão e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito do processo de liquidação do Banco Master. A coluna Andreza Matais pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), todos os registros de reuniões e comunicações que digam respeito ao caso do Banco Master. O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido. O ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master. Segundo revelado pela imprensa, os dois teriam conversado ao menos seis vezes sobre o assunto. Ambos negam. O Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, por R$ 129 milhões. À época, Galípolo afirmou que todas as tratativas dele a respeito do Banco Master foram registradas pelo Banco Central. “Documentamos tudo. Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”, disse ele. Na resposta ao pedido de LAI da coluna, o Banco Central alegou que todas as informações sobre o caso Master envolvem dados patrimoniais e pessoais, protegidos por sigilo, e que, por isso, não poderia fornecer qualquer informação sobre o assunto. “Nos processos em que o Banco Central examina operações de transferência de controle, há, entre outros, dados de operações financeiras, protegidos por sigilo bancário; informações pessoais protegidas pelo direito à intimidade e à privacidade; dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos pelo sigilo empresarial”, diz a resposta da instituição.