Na decisão que afasta Andre Rodrigues da Polícia Federal, André Mendonça afirma que estava sendo monitorado pela PF há mais de um mês
Na decisão em que determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que ele próprio e o advogado-geral da União, Jorge Messias, eram alvo de monitoramento e coleta dirigida de informações pela PF havia mais de um mês.
Segundo Mendonça, a conclusão consta da análise de relatórios de inteligência apresentados pela Polícia Federal. Na decisão, o ministro afirma que os documentos mencionavam informações ainda não registradas em relatórios anteriores e indicavam a continuidade de avaliações sobre a relação entre ele e Messias.
Mendonça cruzou essas informações com um ofício da própria PF, segundo o qual os relatórios apresentados teriam sido elaborados entre 3 e 31 de agosto de 2026. A partir disso, concluiu que o monitoramento e a coleta dirigida de informações sobre ele e Jorge Messias ocorriam “ao menos há mais de um mês”.
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