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Imaranhão
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Ex-prefeito Nilson do Cassó é acusado de desmatar grandes áreas no povoado Cassó, em Primeira Cruz (MA)

person Por Da Redação
schedule 13/04/2026 às 07:26
update Atualizado: 13/04/2026 às 07:29
visibility 171 Visualizações
Primeira Cruz, Maranhão – Moradores da comunidade de Cassó denunciam que o ex-prefeito Nilson do Cassó estaria realizando um intenso desmatamento em grandes hectares de terra na localidade.
Segundo relatos, as áreas que antes eram apresentadas como pertencentes a uma associação da comunidade estariam sendo derrubadas de forma sistemática.Os comunitários afirmam que há uma clara desigualdade no acesso à terra.
Enquanto moradores locais relatam dificuldades para conseguir sequer um pequeno lote para fazer roça ou construir moradia, o ex-prefeito teria liberdade para realizar grandes desmatamentos. “Uma pessoa como morador da comunidade não pode pegar uma área pra fazer uma roça ou uma moradia que esse senhor não deixa, mas ele pode fazer tudo”, desabafou um morador que preferiu não se identificar por medo de retaliações.
Ainda de acordo com os denunciantes, Nilson do Cassó teria declarado ser o maior proprietário de terras da comunidade, alegando ter comprado a maioria dos terrenos. “Ele diz que a maioria dos terrenos que tem em Cassó ele comprou”, relatam os moradores, que consideram a situação “um absurdo” e uma “falta de respeito” com a população local.
A comunidade acusa o ex-prefeito de agir com ganância e de estar “destruindo Cassó”. Os relatos apontam preocupação com o impacto ambiental e social da ação, já que a derrubada da vegetação nativa pode afetar o modo de vida tradicional da população, que depende da terra para subsistência.
A reportagem tenta contato para ouvir o outro lado da história.A situação vem gerando revolta entre os moradores de Cassó, que cobram das autoridades competentes (IBAMA, SEMA e Ministério Público) uma investigação sobre o desmatamento e a regularidade das supostas aquisições de terra na comunidade.
Esta reportagem é baseada em relatos de moradores da comunidade. O Imaranhão.com segue acompanhando o caso e está aberto para o direito de resposta.
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