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Galípolo evita culpar Campos Neto e irrita aliados do governo

person Por Da Redação
schedule 09/04/2026 às 14:08
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O depoimento de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, na CPI do Crime Organizado gerou reação imediata no PT e no Palácio do Planalto. Durante a oitiva, ele adotou uma postura técnica e evitou responsabilizar o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, no caso envolvendo o Banco Master.

Parlamentares e aliados do governo criticaram a condução do depoimento, avaliando que Galípolo teria “poupado” Campos Neto ao afirmar que não há registros internos que indiquem irregularidades na gestão anterior. O vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias, afirmou que a declaração levanta dúvidas sobre os mecanismos de controle da instituição.

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Nos bastidores, assessores do governo também demonstraram frustração com o tom adotado. A expectativa era que o depoimento trouxesse ao menos suspeitas sobre a gestão anterior, o que não ocorreu. Ainda assim, Galípolo manteve o discurso institucional e afirmou que segue critérios técnicos, além de ter recebido orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para não perseguir nem proteger ninguém.

A condução foi interpretada por integrantes do governo como distante do embate político, mas alinhada ao papel institucional do Banco Central, que tradicionalmente evita posicionamentos de natureza política em investigações.

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