FUNDEB de Humberto de Campos: Comerciante é suposto “servidor” fantasma e vans são alugadas com verba da educação
Moradores relatam que Jonas atua como comerciante no estabelecimento Achuí Mix, o que reforça suspeitas de ser um funcionário fantasma — prática em que pessoas recebem salário público sem prestar serviços.
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Por Da Redação
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05/03/2026 às 21:56
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Atualizado: 05/03/2026 às 22:25
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O caso de irregularidade na folha de pagamento do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) que veio à tona em Humberto de Campos, Maranhã, que tem como fato, Jonas de Sousa dos Santos, morador do povoado Achuí, que consta como servidor recebendo R$ 2.913,85 mensais na Secretaria Municipal de Educação, mas sem qualquer evidência de exercer funções educacionais ganhou novos desdobramentos.
Moradores relatam que Jonas atua como comerciante no estabelecimento Achuí Mix, o que reforça suspeitas de ser um funcionário fantasma — prática em que pessoas recebem salário público sem prestar serviços.

Em comentário na publicação sobre o caso (em redes sociais e portais locais), um homem afirmou que a van dele é usada para transportar alunos e alugada pela prefeitura. Isso agrava a situação, pois recursos do FUNDEB — destinados exclusivamente ao pagamento de profissionais da educação e manutenção escolar — estariam sendo desviados para locação de veículos, em vez de priorizar professores e infraestrutura.
Principais Escândalos na Gestão Atual (Prefeito Luís Fernando Silva dos Santos – UNIÃO Brasil):
- Funcionários fantasmas no FUNDEB — Múltiplos casos denunciados, incluindo 14 servidores recebendo sem trabalhar, além de nomes específicos como Jonas de Sousa dos Santos, dois irmãos ligados a vereador (Leonardo e Eduardo Lima dos Reis) e até gestor de escola estadual lotado na rede municipal.
- Desvio estimado de mais de R$ 5,4 milhões/ano — Denúncias protocoladas no Ministério Público do Maranhão (MPMA) e TCE-MA pelo sindicato SINPROESEMMA apontam pagamentos indevidos, acúmulo ilícito de cargos e uso irregular de verbas educacionais.
- 182 servidores da prefeitura pagos pelo FUNDEB — Irregularidade grave, desviando recursos exclusivos da educação.
- Motorista do prefeito lotado no FUNDEB — Edinaldo Lima Frazão, acusado de incitar violência contra denunciantes via áudio circulante.
- Perseguição a denunciantes — Professora concursada Kely Cunha rebateu acusações da gestão e denunciou perseguição após expor fantasmas e falta de rateio de verbas.
- Uso indevido para fins não educacionais — Como alegado no caso de vans alugadas, desviando dinheiro destinado a salários de profissionais da educação.
Essas denúncias têm gerado indignação na população e investigações em curso, ampliando questionamentos sobre a transparência na gestão municipal de Humberto de Campos.
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