Estudo indica que sexo e demonstrações de afeto podem acelerar cicatrização de feridas
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Um novo estudo publicado no JAMA Psychiatry trouxe uma descoberta curiosa e surpreendente: a prática sexual pode ajudar na cicatrização de feridas físicas. Segundo os pesquisadores, interações íntimas e afetuosas parecem influenciar positivamente o corpo, favorecendo a recuperação.
Os cientistas observaram que pessoas que mantiveram relações sexuais apresentaram processos de cicatrização mais rápidos em comparação a quem não teve atividade sexual durante o período analisado.
Mas o benefício não se limita ao sexo: o estudo aponta que trocar elogios e demonstrar carinho pela pessoa amada pode gerar um efeito semelhante. Pequenos gestos de afeto — como conversas positivas, abraços e expressões de apoio — foram associados a melhorias na resposta do sistema imunológico.
Apesar dos resultados animadores, os mecanismos exatos que explicam essa aceleração ainda não estão totalmente claros. Os pesquisadores sugerem que interações emocionais e físicas podem reduzir níveis de estresse e liberar hormônios associados ao bem-estar, criando um ambiente interno mais favorável à recuperação do corpo.
O estudo também levanta a hipótese de que relações afetivas saudáveis podem promover maior longevidade, reforçando a conexão entre saúde emocional, imunidade e qualidade de vida.
A pesquisa ainda está em andamento, mas abre caminho para novas investigações sobre como vínculos afetivos influenciam a saúde física de maneira direta.
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