Vitor Rangel, que também cursava medicina no Paraguai, chegou ao Departamento de Feminicídio no Maranhão acompanhado de dois advogados e passou quase três horas em depoimento.
Ele afirmou que matou a jovem porque não aceitava o fim do relacionamento, que aconteceu em fevereiro. O homem disse, ainda, que estava com ciúmes e desconfiava que Julia já estivesse em outro relacionamento.Ainda segundo a delegada, o suspeito afirmou que enforcou Julia e a torturou com vários golpes de tesoura de unha.
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Ainda em depoimento, Vitor disse que tinha as chaves da casa da vítima, sem ela saber. Além disso, vinha monitorando o telefone de Júlia.
A defesa dele ainda não se manifestou sobre o caso.
Suspeito vai responder por feminicídio no Brasil
Vitor era considerado foragido desde 24 de abril, dia do crime, e tinha um pedido de captura internacional expedido pelas autoridades paraguaias. No entanto, não havia investigação aberta sobre o caso no Brasil.
Segundo a Polícia Civil, a defesa do suspeito entrou em contato para informar que ele iria se apresentar espontaneamente em São Luís. A partir disso, o Departamento de Combate ao Feminicídio do Maranhão abriu um inquérito para investigar o caso e pediu a prisão temporária de Vitor. O pedido foi aceito pela Justiça.
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Suspeito confessa ter matado estudante de medicina no Paraguai; ele vai responder pelo crime no Brasil
Em depoimento Vitor, que também cursava medicina no Paraguai, disse que matou a jovem porque não aceitava o fim do relacionamento. Segundo a Polícia Civil, ele afirmou que estava com ciúmes.
Por g1 MA, TV Mirante — São Luís
Vitor Rangel Aguiar, de 27 anos, suspeito de matar a estudante de medicina Julia Vitória Sobierai Cardoso, de 22 anos, no Paraguai, confessou o crime após se entregar à Polícia Civil do Maranhão, na manhã desta segunda-feira (4), em São Luís.
O assassinato aconteceu no dia 24 de abril, dentro do apartamento onde Julia morava com uma amiga, em Cidade do Leste, no Paraguai, na fronteira com o Paraná.
Em depoimento Vitor, que também cursava medicina no Paraguai, disse que matou a jovem porque não aceitava o fim do relacionamento. Segundo a Polícia Civil, ele afirmou que estava com ciúmes e desconfiava que Julia já estivesse em outro relacionamento.
De acordo com Wanda Moura, a Polícia Civil do Maranhão entrou em contato com as autoridades paraguaias e recebeu informações da investigação realizada no país vizinho. Com isso, Vitor vai responder pelo crime no Brasil.
Suspeito de matar estudante de medicina no Paraguai confessa crime
(CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que o suspeito de matar a estudante de medicina era maranhense. Na verdade, Vitor Rangel Aguiar é natural de São Paulo. A informação foi corrigida às 16h33.)
O assassinato aconteceu no dia 24 de abril, dentro do apartamento onde Julia morava com uma amiga, em Cidade do Leste, no Paraguai, na fronteira com o Paraná.
Vitor Rangel, que também cursava medicina no Paraguai, chegou ao Departamento de Feminicídio no Maranhão acompanhado de dois advogados e passou quase três horas em depoimento.
Ele afirmou que matou a jovem porque não aceitava o fim do relacionamento, que aconteceu em fevereiro. O homem disse, ainda, que estava com ciúmes e desconfiava que Julia já estivesse em outro relacionamento.
“Ele disse que estava com ciúmes, que estava desconfiando de que a vítima já estivesse em outro relacionamento e, alega alguns lapsos de memória, não sabendo esclarecer todo passo a passo do crime. Mas, no final ele confessa”, relatou Wanda Moura, chefe do Departamento de Feminicídio no Maranhão.
Ainda segundo a delegada, o suspeito afirmou que enforcou Julia e a torturou com vários golpes de tesoura de unha.
“Ele enforcou a vítima, a torturou com vários golpes, mais de 50 golpes de tesoura pequena na região do pescoço e depois a esfaqueou. Então, foram horas de sofrimento infligidas a essa vítima. Mas, pelo menos conseguimos prendê-lo. Isso não vai trazer de volta a vida dessa jovem, que tinha apenas 22 anos de idade, mas isso serve de exemplo que aqui no Maranhão, feminicidas não passarão”, declarou a delegada.