00:00:00 | cloud --°C
Assine |
person Entrar
Logo iMaranhão

Neymar perde em aposta o mesmo valor que doou na pandemia

person Por Da Redação
schedule 29/03/2023 às 15:34
visibility 2 Visualizações

Neymar, que ainda se recupera de uma lesão no tornozelo, resolveu fazer uma “fezinha” num site de apostas online e não deu sorte. O craque do PSG perdeu 1 milhão de euros (cerca de R$ 5 milhões), mas não se abateu.

Nesse vídeo que circula nas redes sociais, primeiramente ele fingiu que chorava, mas depois começou a fazer piada. Após perceber que havia perdida uma bolada em menos de uma hora de jogatina, ele brincou com a situação e simulou choro ao som da música tema do filme Titanic.

 

“ Vou fazer um canal no YouTube, como entrar nos ferros. Essa aí ninguém (perder 1 milhão de euros) ninguém nunca fez – debochou o camisa 10.

A mesma quantia para a Covid

Em abril de 2020, após ser criticado por uma aparente falta de esforço em ajudar no combate ao coronavírus no Brasil, Neymar decidiu agir. O jogador decidiu doar cerca R$ 5 milhões (a mesma quantia que ele perdeu numa jogatina) para ajudar na causa. Parte do dinheiro irá para a Unicef, e outra para o fundo de solidariedade liderado pelo apresentador e amigo, Luciano Huck.

Compartilhe:

Notícias Relacionadas

Giro

O Banco Central colocou sob sigilo os registros das comunicações entre autoridades do órgão e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito do processo de liquidação do Banco Master. A coluna Andreza Matais pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), todos os registros de reuniões e comunicações que digam respeito ao caso do Banco Master. O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido. O ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master. Segundo revelado pela imprensa, os dois teriam conversado ao menos seis vezes sobre o assunto. Ambos negam. O Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, por R$ 129 milhões. À época, Galípolo afirmou que todas as tratativas dele a respeito do Banco Master foram registradas pelo Banco Central. “Documentamos tudo. Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”, disse ele. Na resposta ao pedido de LAI da coluna, o Banco Central alegou que todas as informações sobre o caso Master envolvem dados patrimoniais e pessoais, protegidos por sigilo, e que, por isso, não poderia fornecer qualquer informação sobre o assunto. “Nos processos em que o Banco Central examina operações de transferência de controle, há, entre outros, dados de operações financeiras, protegidos por sigilo bancário; informações pessoais protegidas pelo direito à intimidade e à privacidade; dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos pelo sigilo empresarial”, diz a resposta da instituição.