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Direita obtém resultado histórico nas eleições de Israel

person Por Da Redação
schedule 03/11/2022 às 10:24
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Israel’s ex-premier and leader of the Likud party Benjamin Netanyahu addresses supporters at campaign headquarters in Jerusalem early on November 2, 2022, after the end of voting for national elections. – Netanyahu inched towards reclaiming power after projected election results showed a majority government was within reach for the veteran right-winger, but the outlook could shift as ballots are counted. (Photo by RONALDO SCHEMIDT / AFP)

Os resultados preliminares das eleições realizadas em Israel indicam que os grandes vitoriosos são os partidos de direita e ultra ortodoxos.

Com uma votação histórica, o Sionismo Religioso deve conquistar 14 cadeiras no Parlamento, o dobro do que conquistou nas eleições anteriores e tornando-o uma força importante no possível novo governo Benjamin Netanyahu.

Ainda que os resultados finais só devam ser conhecidos na sexta-feira 4, com pouco mais de 90% das urnas apuradas, o bloco de Netanyahu caminha para ter uma maioria simples.

Até ontem, o Likud, partido do ex-premiê, tem 32 assentos no Knesset, o Parlamento Israelense, seguido pelo partido de centro-direita do atual premiê Yair Lapid, o Yesh Atidi, com 24.

Em terceiro lugar ficou o Sionismo Religioso, liderado por Itamar Ben-Gvir, com 14 assentos pela primeira vez na história. Acima do partido Unidade Nacional, do ex-premiê e ministro da Defesa, Benny Gantz, que deve obter 12 assentos e já anunciou que vai compor a oposição. Por fim, compondo o bloco com o Likud e que devem estar no governo: Shas, com 11, e United Torah Judaism, com oito.

Com esse resultado preliminar, o bloco de Netanyahu teria 65 dos 120 assentos do Parlamento, um pouco acima dos 61 necessários. Mas os resultados ainda podem mudar até o final da contagem, especialmente porque faltam ser contabilizados votos de regiões árabes que podem trazer o Meretz ou o Balad para o Knesset.

Essa mudança, porém, não será suficiente para mudar a realidade de que Netanyahu chefiará o novo governo, nem reduzirá a direita como terceira força.

 

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