PCO acusa Alexandre de Moraes de perseguição política após pedido contra Flávio Bolsonaro
O Partido da Causa Operária (PCO) criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e classificou como perseguição política as medidas envolvendo Flávio Bolsonaro após o resultado eleitoral.
Em publicação nas redes sociais, o partido afirmou que teriam se passado apenas sete minutos entre a confirmação da derrota de Flávio pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e um pedido da Polícia Federal para que Moraes adotasse medidas relacionadas ao passaporte do político. Segundo o PCO, a autorização teria sido concedida na mesma noite.
A legenda também questionou a atuação do ministro e mencionou supostos contratos de mais de R$ 200 milhões envolvendo empresas ligadas à esposa de Moraes e empresas associadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, personagem relacionado ao caso Banco Master.
Na avaliação do partido, os episódios levantam questionamentos sobre a atuação das instituições e a imparcialidade no tratamento de figuras políticas.
As declarações fazem parte das críticas do PCO ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). As alegações sobre os contratos e as circunstâncias envolvendo o passaporte precisam ser verificadas em fontes documentais independentes.
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