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Terceiro suspeito de ataque que matou grávida e filho morre em confronto no MA

person Por Joabe Santos
schedule 14/07/2026 às 10:53
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Um terceiro suspeito de envolvimento ataque que matou uma mulher grávida e o filho dela, de 4 anos, em São João Batista, morreu durante um confronto com a polícia. A informação foi divulgada pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão, na manhã desta terça-feira (14).

O terceiro suspeito morto em confronto foi identificado como João Henrique Lindoso Silva, conhecido como “João Preto”, segundo informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA). As forças de segurança continuam mobilizadas para localizar e prender os demais envolvidos.

Além desse envolvido, dois suspeitos já tinham sido mortos em confronto com a polícia e outro foi preso nesta semana. David João Gaspar Penha, conhecido como “Mucurão”, foi apontado como suspeito de participação no crime. Segundo a polícia, as equipes tentaram abordar o suspeito, mas ele reagiu. Durante o confronto, ele foi atingido por disparos e morreu.

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Pouco antes, Joelson Braga Araújo, também investigado por envolvimento no ataque, foi morto durante um confronto com equipes policiais no povoado Arrebenta, na zona rural de São João Batista.

Já o suspeito preso foi identificado como Mateus Costa Pinheiro. No entanto, segundo o delegado Ederson Martins, ele foi colocado em liberdade por determinação judicial, já que não havia elementos suficientes para a lavratura do auto de prisão em flagrante.

Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos foram encontrados carbonizados dentro de uma casa incendiada na noite de sexta-feira (10), no povoado Olho d’Água dos Bodes, zona rural de São João Batista.

Segundo as informações reunidas pela polícia, homens armados invadiram o imóvel, efetuaram vários disparos e, em seguida, atearam fogo na residência.

Testemunhas relataram que aproximadamente 15 homens teriam participado da ação criminosa. No local, a Polícia Militar encontrou cerca de 100 estojos de munições deflagradas, incluindo materiais dos calibres 9 milímetros, .38, .40 e 12.

O caso é investigado como duplo homicídio. Para a SSP-MA, os elementos apurados até o momento indicam que o crime está relacionado a uma disputa entre facções criminosas.

Os exames periciais deverão esclarecer a dinâmica do ataque e determinar se Samira e Yan morreram em decorrência dos disparos ou do incêndio provocado pelos criminosos.

Devido às condições em que os corpos foram encontrados, a liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) ficou condicionada à realização de exame de DNA, com material genético coletado de um familiar de primeiro grau. Segundo a SSP-MA, o exame já foi realizado.

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